domingo, 1 de dezembro de 2013

MAIS DE 85% DOS ALAGOANOS DEPENDEM DO SUS.


  
A Síntese de Indicadores Sociais – Uma Análise das Condições de Vida dos Brasileiros, divulgada na última sexta-feira dia 29.nov.13, revela que 87% dos alagoanos dependem do Sistema Único de Saúde (SUS).
Dados da Agência Nacional de Saúde mostram ainda que 13% da população do estado têm plano de saúde.
No Brasil, 24,7% da população têm acesso a planos de saúde.
Em 2002, a proporção era 17,9%. A cobertura pela saúde privada é concentrada na Região Sudeste, que detém 64% dos planos.
Entre os estados, São Paulo tem a maior cobertura, com 43,6% da população com plano de saúde no ano passado, enquanto no Acre apenas 5,6% das pessoas tinham o serviço contratado.
O IBGE também destaca que faltam médicos em todo o país, mas a desigualdade regional também é muito acentuada.
Enquanto o Ministério da Saúde recomenda a proporção de 2,5 médicos por mil habitantes, a média brasileira está em 1,95, variando de 0,98 na Região Norte a 2,61 no Sudeste. Os dados, de 2011, são do Conselho Federal de Medicina.
Quanto aos investimentos, o IBGE identifica um direcionamento de recursos para a atenção básica. Em 2002, 17,4% da população eram cobertos por equipes da Saúde da Família, índice que subiu para 54,8% em 2012, distribuídos por 5.297 municípios.
O estudo também destaca diminuição dos indicadores de mortalidade infantil e materna, além do aumento dos índices de tratamento da Aids e de capilaridade da atenção básica.
Essa redução pode ser constatada em Alagoas, que amargava os piores índices do país há anos.
Em 2012, a taxa de mortalidade infantil foi de 18,6 a cada mil nascidos vivos, hoje distante da maior do país, de 25,4 no Amapá.
Por outro lado, o IBGE alerta para a falta de avanços para proporcionar mais qualidade de vida relativa ao envelhecimento e de pesquisas para tratar doenças que ainda têm alta incidência no país, como a malaria. fonte:agenciabrasil.

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