MAIS DE 85% DOS ALAGOANOS DEPENDEM DO SUS.
A Síntese de
Indicadores Sociais – Uma Análise das Condições de Vida dos Brasileiros,
divulgada na última sexta-feira dia 29.nov.13, revela que 87% dos alagoanos
dependem do Sistema Único de Saúde (SUS).
Dados da Agência
Nacional de Saúde mostram ainda que 13% da população do estado têm plano de
saúde.
No Brasil, 24,7% da
população têm acesso a planos de saúde.
Em 2002, a
proporção era 17,9%. A cobertura pela saúde privada é concentrada na Região
Sudeste, que detém 64% dos planos.
Entre os estados,
São Paulo tem a maior cobertura, com 43,6% da população com plano de saúde no
ano passado, enquanto no Acre apenas 5,6% das pessoas tinham o serviço
contratado.
O IBGE também
destaca que faltam médicos em todo o país, mas a desigualdade regional também é
muito acentuada.
Enquanto o
Ministério da Saúde recomenda a proporção de 2,5 médicos por mil habitantes, a
média brasileira está em 1,95, variando de 0,98 na Região Norte a 2,61 no
Sudeste. Os dados, de 2011, são do Conselho Federal de Medicina.
Quanto aos
investimentos, o IBGE identifica um direcionamento de recursos para a atenção
básica. Em 2002, 17,4% da população eram cobertos por equipes da Saúde da
Família, índice que subiu para 54,8% em 2012, distribuídos por 5.297
municípios.
O estudo também
destaca diminuição dos indicadores de mortalidade infantil e materna, além do
aumento dos índices de tratamento da Aids e de capilaridade da atenção básica.
Essa redução pode
ser constatada em Alagoas, que amargava os piores índices do país há anos.
Em 2012, a taxa de
mortalidade infantil foi de 18,6 a cada mil nascidos vivos, hoje distante da
maior do país, de 25,4 no Amapá.
Por outro lado, o
IBGE alerta para a falta de avanços para proporcionar mais qualidade de vida
relativa ao envelhecimento e de pesquisas para tratar doenças que ainda têm
alta incidência no país, como a malaria. fonte:agenciabrasil.
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