SUPRESA:
ESTUDIOSA DIZ QUE LEI MARIA DA PENHA NÃO REDUZIU ASSASSINATOS DE MULHERES.
A técnica do Instituto de Pesquisas Econômicas
Aplicadas (Ipea) Leila Posenato Garcia destacou, há pouco, que, embora
represente a legislação mais avançada do mundo no combate à violência contra a
mulher, a Lei Maria da Penha (11.340/06) não reduziu o “FEMINICÍDIO” no País.
Conforme ressaltou Leila, de 2009 a 2011, ocorreram
mais de 50 mil mortes de mulheres por causas violentas no País, “o que equivale
a uma morte a cada hora e meia”.
Segundo a pesquisadora, que coordenou o estudo "Violência contra a Mulher: feminicídios no Brasil", ao se comparar os períodos de cinco anos antes e após vigência da lei, a taxa desse tipo de assassinato permaneceu na faixa de 5,2 mortes por cem mil mulheres.
Leila Posenato salientou ainda que, segundo o Anuário de Segurança Pública, em 2012 ocorreram mais de 50 mil casos de estupro.
Segundo a pesquisadora, que coordenou o estudo "Violência contra a Mulher: feminicídios no Brasil", ao se comparar os períodos de cinco anos antes e após vigência da lei, a taxa desse tipo de assassinato permaneceu na faixa de 5,2 mortes por cem mil mulheres.
Leila Posenato salientou ainda que, segundo o Anuário de Segurança Pública, em 2012 ocorreram mais de 50 mil casos de estupro.
“Ou seis estupros a cada hora”, sublinhou. Entre as
vítimas de violência doméstica ou sexual, conforme a técnica do Ipea,
predominam mulheres negras, jovens, e com baixa escolaridade.
Leila Posenato, ressaltou ainda da importância de
investimentos financeiros no combate ao problema.
Para a especialista, é fundamental a criação do Fundo Nacional de Enfrentamento da Violência contra as Mulheres, assim como a aprovação do Projeto de Lei 296/13, resultante da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Violência contra a Mulher.
Para a especialista, é fundamental a criação do Fundo Nacional de Enfrentamento da Violência contra as Mulheres, assim como a aprovação do Projeto de Lei 296/13, resultante da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Violência contra a Mulher.
A proposta institui auxílio transitório decorrente
de risco social provocado por situação de violência doméstica. "O texto
está pronto para votação no Plenário da Câmara e sua aprovação seria uma grande
conquista”, comentou.
Leila Posenato participa da comissão geral que discute o fim da violência contra a mulher.
Leila Posenato participa da comissão geral que discute o fim da violência contra a mulher.
O evento, que ocorre no Plenário Ulysses Guimarães,
é promovido pela Secretaria da Mulher da Câmara conjuntamente com a bancada
feminina do Congresso e encerra as atividades da campanha “16 dias de ativismo
pelo fim da violência contra as mulheres”.ne10.
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