POLICIAL MILITAR ALAGOANO
FOI ASSASSINADO POR QUADRILHA EM PORTO DE PEDRAS.
O alvo do grupo de
ladrões de banco que arrastou e matou em praça pública o soldado Ivaldo
Oliveira, na madrugada desta segunda-feira dia 09.dez.13, em Porto de Pedras-AL,
poderia ser o sargento Veríssimo, que estava de plantão no Grupamento de
Polícia Miltar (GPM) da cidade.
Matar um membro da
polícia com maior patente e responsável pelo GPM afrontaria ainda mais a
segurança pública alagoana.
Além disso, o
soldado Ivaldo pode ter sido morto porque o sargento Veríssimo, segundo
testemunhas, baleou um dos bandidos na troca de tiros, o que teria instigado
ainda mais a periculosidade dos bandidos.
Antes de morrer, o
soldado foi obrigado a levar os bandidos até onde o sargento Veríssimo encontrava-se,
em uma residência da cidade.
Por volta de
meia-noite, o sargento passou mal e foi tomar um chá para digestão.
Outra possibilidade,
que também faz parte das investigações, é que os bandidos teriam matado o
soldado Ivaldo porque não conseguiram roubar os caixas eletrônicos de uma
agência da Caixa Econômica Federal na cidade.
As avaliações foram
feitas pelo delegado de Porto de Pedras-PE, o Dr. Rubem Cerqueira, que fez as
primeiras investigações da morte do policial e passou o caso para a Delegacia
Especial de Investigação e Captura (Deic), agora é com a delegada Ana Luiza
Nogueira.
“São hipóteses,
nada mais que isso. Mas ouvimos testemunhas que nos contaram que na troca de
tiros ouviram um dos bandidos gritar que um comparsa havia sido baleado. Nesse
momento, o soldado Ivaldo ainda estava vivo. Eles podem tê-lo matado como
vingança ou também porque não conseguiram assassinar o sargento, com patente
mais alta no GPM, o que daria mais visibilidade ao crime e ofenderia a
segurança pública de Alagoas. Infelizmente, o que é real, é que um policial
militar foi morto e a ousadia desse pessoal não pode e não vai ficar impune.
Agora o caso está na Deic”, disse Rubem Cerqueira, que assumiu a delegacia em
Porto de Pedras-AL na últma quinta-feira dia 05.dez.13 e já se deparou com a
morte de um militar na cidade, bela recepção.
Falou o Delegado, “Faz
parte do nosso míster. Mal cheguei na
cidade e já acontece um caso como esse. Mas é o nosso dia a dia, tudo pode
acontecer, e nós temos que estar preparados para o que vier”, disse o delegado.TNH1.
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