sábado, 25 de janeiro de 2014

CHUVA DE VENTO DERRUBOU PLACA DE LOJA E FERE UMA MULHER.

       
Uma repentina chuva de ventos provocou alguns estragos no final da manhã deste sábado (25), em Caruaru, no Agreste pernambucano. 
Os ventos fortes arrancaram a placa de cobertura de uma loja na rua 15 de novembro que acabou ferindo uma mulher e assustando muitas pessoas que passavam pelo local. 
A polícia interditou o trânsito para prestar os primeiros socorros à vitima enquanto o Samu foi acionado. 
No momento da chuva, o comércio de Caruaru registrava forte movimento e alguns clientes tiveram que se abrigar dentro das lojas. 
Casas também sofreram danos. Algumas residências tiveram os telhados arrancados. 

DELEGADO TROCA DE SEXO, AGORA É DELEGADA.

   delegado-muda-sexo
           ANTES DA CIRUGIA                DEPOIS DA CIRUGIA

Uma cirurgia de mudança de sexo, realizada na Tailândia, é o assunto do momento nos bastidores da segurança pública de Goiás. Há cerca de seis meses, um delegado de Polícia Civil entrou de licença médica, viajou até a Ásia, onde submeteu-se à mudança de sexo, da qual ainda se restabelece. Em fevereiro, quando deverá voltar ao posto, no lugar do delegado Thiago de Castro Teixeira, quem assumirá será a delegada Laura de Castro Teixeira.
E Laura reassumirá com a possibilidade de lotação na Deam (Delegacia Especializada de Defesa da Mulher) Central de Goiânia, onde a titular, Ana Elisa Gomes Martins, carente de reforço, garante uma boa recepção.
Se ela vier, será recebida com profissionalismo e para atender uma grande demanda de um público carente. 
Ana Elisa chefia uma especializada com três delegadas adjuntas e quatro plantonistas, todas sobrecarregadas pela violência contra a mulher.
A mudança de nome de Thiago para Laura foi autorizada pela Justiça e por isso o novo registro civil do delegado passou a ser do sexo feminino. 
      
No Facebook, desde o final de outubro, Laura já exibia o novo visual, contrastando bastante com a imagem pública do então delegado Thiago, geralmente usando terno, camisa de mangas compridas e outras peças todas do vestuário masculino.
Na foto mais recente, postada em 13 de dezembro, a delegada aparece com o rosto maquiado e vestida com a camiseta preta padrão com o timbre da Polícia Civil, muito utilizada pelos policiais da corporação durante operações. Os cabelos longos e bem escovados nem de longe lembram as madeixas desalinhadas e amarradas, geralmente em um rabo de cavalo, mantidas presas sempre que concedia entrevistas sobre casos policiais.
A história foi revelada nesta quinta-feira (23), pelo jornal Diário da Manhã (DM), que dá como certa a posse dela como delegada da Mulher de Goiânia. A reportagem mostrou a surpresa de alguns ex-colegas de trabalho com as mudanças feitas por Thiago.
— O delegado era implacável em ações que exigiam demonstração de 'macheza' e sua conduta era de um homem que exalava testosterona, não de um indivíduo que pudesse mudar de sexo e vir a se tornar uma figura feminina.
A declaração é de um um escrivão ouvido.
Policial tido como sério, com atuação firme nas operações de combate à criminalidade promovidas pela Polícia Civil, onde ingressou há cerca de quatro anos, Thiago foi delegado titular das cidades de Trindade e Senador Canedo, ambas na região Metropolitana de Goiânia. Também atuou como coordenador do grupo especial de repressão a narcóticos da cidade de Porangatu, no Norte de Goiás.
Outros detalhes pessoais sobre a vida do policial que vieram a público com a mudança de sexo, dizem respeito ao passado de Thiago, que foi casado e tem dois filhos.
À reportagem, uma fonte da Polícia em Goiânia informou, solicitando o anonimato, que a mudança de sexo "não foi uma surpresa de agora, já que a licença e a viagem à Tailândia eram sabidas de algumas pessoas há alguns meses". A fonte sinalizou que, nos bastidores da corporação, a condição do delegado era conhecida, "mas não comentada amplamente, inclusive porque ele tem uma atuação linha dura".
O caso é tratado com cuidados pela Secretaria de Segurança Pública. A assessoria de imprensa da Polícia Civil evitou informar os contatos da delegada Laura. Segundo a assessoria, o diretor geral da PC, delegado João Carlos Gorski, não comentará o caso, justificando se tratar de assunto pessoal "que não afetará em nada a parte administrativa" do cargo exercido pela delegada, já que houve autorização judicial para a mudança de nome. Ainda segundo a assessoria, não há definição - por enquanto - sobre a próxima lotação de Laura, indicando que não está confirmada ou descartada uma atuação como delegada da mulher.
Na Delegacia da Mulher, tradicionalmente, a maior parte dos postos de delegados é ocupada por mulheres, mas algumas vezes já foram ocupados por homens. Na Especializada, homossexuais homens, como travestis, não são atendidos. O atendimento é exclusivo para mulheres, entre as quais lésbicas vítimas de violência.


POUCOS PREFEITOS COMPARECEM A ENTREGA DE CAMINHÕES PIPAS DO GOVERNO FEDERAL.

O evento de entrega dos 62 caminhões pipas, oriundos do Programa de Aceleração do Crescimento - PAC2, do Governo Federal, aconteceu na manhã desta sexta-feira (24), em Caruaru, na sede do Instituto Tecnológico de Pernambuco - ITEP.
         

 O evento de entrega dos 62 caminhões pipas, oriundos do Programa de Aceleração do Crescimento - PAC2, do Governo Federal, aconteceu na manhã desta sexta-feira (24), em Caruaru, na sede do Instituto Tecnológico de Pernambuco - ITEP.

       
Representando a AMUPE, o prefeito da cidade de Cumaru, Eduardo Tabosa (PSD), iniciou o seu discurso agradecendo a entrega das máquinas e logo endureceu cobrando menos burocracia e mais empenho para distribuição de recursos. Ele ainda defendeu a ampliação de políticas públicas voltadas para a agricultura.

      

Já o deputado federal Fernando Ferro (PT), amenizou ressaltando uma maior integração da Embrapa e IPA para o desenvolvimento entre governos, e um investimento na educação, com pauta na adaptação do agricultor para as mais diversas situações, a estiagem, por exemplo, além de capacitações tecnológicas.
No final do seu discurso, quando falava sobre as queixas dos prefeitos quanto aos recursos do FPM, o petista disparou: "Tem prefeito que reclama de falta de recursos, mas realiza eventos com a contratação de artistas caríssimos".


        


Finalizando, o Secretário de Agricultura Aldo Santos, disse que com a entrega dos caminhões, o evento ganha caráter cumulativo, considerando os demais maquinários entregues, na integração entre os governos federal, estadual e municipal.
O altinense teceu elogios ao governo Lula e Dilma, citando programas como o Garantia Safra e Bolsa Família e a Aposentadoria Especial Rural. Ele também agradeceu a entrega dos caminhões pipas.


   

Após o término do evento, os prefeitos e representantes, acompanhados dos motoristas que receberão capacitação para manuseio dos veículos, se dirigiram à concessionária para consumar as entregas.

Cidades contempladas:

Agrestina, Aguas Belas, Altinho, Angelim
Belo Jardim, Bezerros, Bom Conselho, Bom Jardim, Brejão, Brejinho, Brejo da Madre de Deus, Buíque, Cachoeirinha, Caetés, Calçado, Camocim de São Félix, Canhotinho, Capoeiras, Caruaru, Casinhas, Cedro, Chã Grande, Correntes, Cumaru, Cupira
Floresta, Frei Miguelinho
Garanhuns, Granito, Gravatá
Iati, Ibirajuba, Ingazeira, Itacuruba, Itaiba
Jataúba, João Alfredo, Jucati
Lagoa Grande
Mirandiba, Moreilandia
Petrolandia, Pombos
Santa Terezinha, São Bento Do Uma, São Caitano, São João, São Joaquim do Monte, Solidão, Surubim Tacaimbó, Taquaritinga do Norte, Terezinha, Timbaúba, Trindade, Tupanatinga, Tuparetama
Venturosa, Vertente do Lério, Vertentes e Vicência.
(do blog adrianomonteiro).

 

 









EX-ESCRAVOS LEMBRAM ROTINA EM FAZENDA NAZISTA.

Em uma fazenda no interior de São Paulo, 160 km a oeste da capital, um time de futebol posa para uma foto comemorativa.
Mas o que torna a imagem extraordinária é o símbolo na bandeira do time: uma suástica.
     
A foto, provavelmente, foi tirada após a ascensão nazista na Alemanha, na década de 1930.
'Nada explicava a presença dessa suástica aqui', conta José Ricardo Rosa Maciel, ex-dono da remota fazenda Cruzeiro do Sul, perto de Campina do Monte Alegre, que encontrou a foto, por acaso, um dia.
Mas essa foi, na verdade, sua segunda e intrigante descoberta. A primeira tinha ocorrido no chiqueiro.
Um dia, os porcos quebraram uma parede e fugiram para o campo. Notei que os tijolos tinham caído. Achei que estava tendo alucinações.
Na parte debaixo de cada tijolo estava gravada uma suástica.
É sabido que no período que antecedeu a Segunda Guerra, o Brasil tinha fortes vínculos com a Alemanha Nazista. 
Os dois países eram parceiros comerciais e o Brasil tinha o maior partido fascista fora da Europa, com mais de 40 mil integrantes.
Mas levou anos para que Maciel, com o auxílio do historiador Sidney Aguillar Filho, conhecesse a terrível história que conectava sua fazenda aos fascistas brasileiros.
Filho descobriu que a fazenda tinha pertencido aos Rocha Miranda, uma família de industriais ricos do Rio de Janeiro. Três deles — o pai, Renato, e dois filhos, Otávio e Osvaldo — eram membros da Ação Integralista Brasileira (AIB), organização de extrema direita simpatizante do Nazismo.
A família às vezes organizava eventos na fazenda, recebendo milhares de membros do partido. 
Mas também existia no lugar um campo brutal de trabalhos forçados para crianças negras abandonadas.
'Descobri a história de 50 meninos com idades em torno de dez anos que tinham sido tirados de um orfanato no Rio', conta o historiador.
Foram três levas. O primeiro grupo, em 1933, tinha dez [crianças].
Osvaldo Rocha Miranda solicitou a guarda legal dos órfãos, segundo documentos encontrados por Aguillar Filho. O pedido foi atendido.
'Ele enviou seu motorista, que nos colocou em um canto', conta Aloysio da Silva, um dos primeiros meninos levados para trabalhar na fazenda, hoje com 90 anos de idade.
Osvaldo apontava com uma bengala: "Coloca aquele no canto de lá, esse no de cá". De 20 meninos, ele pegou dez.
Ele prometeu o mundo que iríamos jogar futebol, andar a cavalo. Mas não tinha nada disso.
Todos os dez teriam de arrancar ervas daninhas com um ancinho e limpar a fazenda. Fui enganado.
As crianças eram espancadas regularmente com uma palmatória. Não eram chamadas pelo nome, mas por números. Silva era o número 23.
Cães de guarda mantinham as crianças na linha.
"Um se chamava Veneno, o macho. A fêmea se chamava Confiança", conta Silva, que ainda mora na região.
— Evito falar sobre esse assunto.
Argemiro dos Santos é outro dos sobreviventes. Quando menino, foi encontrado nas ruas e levado para um orfanato. Um dia, Rocha Miranda veio buscá-lo.
'Eles não gostavam de negros', conta Santos, hoje com 89 anos.
Havia castigos, deixavam a gente sem comida ou nos batiam com a palmatória. Doía muito. Duas batidas, às vezes.
O máximo eram cinco, porque uma pessoa não aguentava. Eles tinham fotografias de Hitler e você era obrigado a fazer uma saudação. Eu não entendia nada daquilo.
Alguns dos descendentes da família Rocha Miranda dizem que seus antepassados deixaram de apoiar o Nazismo antes da Segunda Guerra Mundial.
Maurice Rocha Miranda, sobrinho-bisneto de Otávio e Osvaldo, também nega que as crianças eram mantidas na fazenda como 'escravos'.
Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, ele disse que os órfãos na fazenda 'tinham de ser controlados, mas nunca foram punidos ou escravizados'.
O historiador Sidney Aguillar Filho, no entanto, acredita nas histórias dos sobreviventes. E apesar da passagem do tempo, Silva e Santos — que nunca mais se encontraram desde o tempo em que viveram na fazenda — fazem relatos muito parecidos e perturbadores de suas experiências.
Para os órfãos, os únicos momentos de alegria eram os jogos de futebol contra times de trabalhadores das fazendas locais, como aquele em que foi tirada a foto onde se vê a bandeira com a suástica. O futebol tinha papel fundamental na ideologia integralista.
'A gente se reunia para bater bola e a coisa foi crescendo', diz Santos.
Tínhamos campeonatos, éramos bons de futebol.

     
Mas depois de vários anos, ele não aguentava mais.
Tinha um portão [na fazenda] e um dia eu o deixei aberto. Naquela noite, eu fugi. Ninguém viu.
Santos, voltou ao Rio onde, aos 14 anos de idade, passou a dormir na rua e trabalhar como vendedor de jornais.
Em 1942, quando Brasil declarou guerra contra a Alemanha, Santos se alistou na Marinha como taifeiro, servindo mesas e lavando louça.
Depois de trabalhar para nazistas, Santos passou a lutar contra eles.
Estava apenas prestando um serviço para o Brasil. Não sentia ódio por Hitler, não sabia quem ele era.
Santos, saiu em patrulha pela Europa e depois passou um período, ainda durante a guerra, trabalhando em navios que caçavam submarinos na costa brasileira.
Hoje, Santos é conhecido, na comunidade onde vive, pelo apelido de Marujo. E se orgulha de um certificado e uma medalha que recebeu em reconhecimento por seus serviços durante a guerra.
       
Mas ele também é famoso por suas proezas futebolísticas, jogando como meio de campo em vários grandes times brasileiros na década de 1940.
Naquela época, não existiam jogadores profissionais, éramos todos amadores. Joguei para o Fluminense, Botafogo, Vasco da Gama... Os jogadores eram todos vendedores de jornais e lustradores de sapatos.
Hoje, Santos vive uma vida tranquila com a esposa, Guilhermina, no sudoeste do Brasil. Eles estão casados há 61 anos.
Eu gosto de tocar meu trompete, de sentar na varanda e tomar uma cerveja gelada. Tenho muitos amigos e eles sempre aparecem para bater papo.
As lembranças do tempo difícil que passou na fazenda, no entanto, são difíceis de apagar.

Quem diz que sempre teve uma vida boa desde que nasceu está mentindo. Na vida de todo mundo acontecem coisas ruins.(R7).

CICLÍSTAS FAZEM PROTESTO COMPLETAMENTE NÚS.

      
      
      
      
      
      
      
Cerca de cem ciclistas se reuniram no início da noite de sexta-feira dia 24.jan.14, na Cinelândia, no centro do Rio de Janeiro, para um passeio durante o qual foram se despindo.
O plano era mostrar o corpo para reclamar dos riscos que corre quem usa a bicicleta como meio de transporte no Rio.
O evento, cujo lema foi "Atentado a pudor é um corpo estirado no chão", foi inspirado no World Naked Bike Ride, (passeio nu de bicicleta pelo mundo), que surgiu há 20 anos em San Francisco, nos Estados Unidos, e já foi promovido em várias cidades do mundo.
Alguns homens ficaram totalmente nus, enquanto algumas mulheres exibiram os seios.

A maioria dos ciclistas trajava sunga ou biquíni. O grupo saiu da Cinelândia, circulou por ruas do centro e seguiu até a praça São Salvador, em Laranjeiras (zona sul).agenciaestado.